Todos temos posturas diferentes perante a vida, visões diferentes e universos interiores diferentes. A diversidade é rica, fascinante e enriquecedora, porque podemos aprender e perceber o outro, construindo-nos de formas distintas. O conflito surge quando nos surpreendem com posturas negativas.
Todos nós temos o nosso mundo sagrado, a nossa mangedora, o nosso porto de abrigo. Este é nuclear e acolhedor e acompanha-nos toda a vida. Por este núcleo fazemos TUDO e somos TUDO ao mesmo tempo. O problema é que esperamos que os outros sejam tudo em troca... e... não são...
Sabem quando nós sentimos que os outros são ... muito mais centrados em si? Sentimos que nós temos de ... fazer o mesmo e não conseguimos? Procurar o centro... Procurar ser o centro, não de alguém, mas o nosso.
Conhecer, explorar, surpreender, apostar, descobrir, aplicar, ser, melhorar, produzir...
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Sol de Outono
O friozinho ao fim do dia, os vidros gelados no início da manhã, o vento que se torna presente à medida que a luz abandona o céu... Tudo aponta para o início do Inverno nestes "sintomas" sazonais que se começam a sentir. Mas o sol... O sol de Outono tem outra doçura... Outro encanto... Outra magia...
Ele chega devagarinho, tímido e vai inundando de luz o dia que aparentava ser cinzento; suavemente aumenta a intensidade e vai poisando na nossa pele. Como um apaixonado na hora da conquista, ele vai avançando aos poucos, atrevido, aquecendo cada vez mais a nossa pele. O calor vai-nos inundando e invadindo e o bem estar instalando-se, suavemente.
Chega a hora da despedida e ele, tal como o amante que nos conquista, abandona a nossa pele devagarinho, vamos começando a ficar arrepiados de frio e de saudade e despedimo-nos completamente rendidos a este amante maravilhoso. O sol passou por aqui e inundou-nos com a sua magia. Talvez venha amanhã outra vez, ou no outro dia ...
O sol de Outono é como a nossa vida, é como o amor, é como o sal... vem e vai, mas o seu efeito fica para sempre. deixemo-nos aquecer por este sol de Outono e não fiquemos tristes quando ele parte, o melhor é guardarmos a sensação de calor na pele e virarmo-nos para o frio sorrindo por mais uma dádiva, mais um dia, mais um milagre.
O dia é tudo, o resto não existe. O Outono da vida é uma página do diário, em mais um momento da nossa eternidade :)
Ele chega devagarinho, tímido e vai inundando de luz o dia que aparentava ser cinzento; suavemente aumenta a intensidade e vai poisando na nossa pele. Como um apaixonado na hora da conquista, ele vai avançando aos poucos, atrevido, aquecendo cada vez mais a nossa pele. O calor vai-nos inundando e invadindo e o bem estar instalando-se, suavemente.
Chega a hora da despedida e ele, tal como o amante que nos conquista, abandona a nossa pele devagarinho, vamos começando a ficar arrepiados de frio e de saudade e despedimo-nos completamente rendidos a este amante maravilhoso. O sol passou por aqui e inundou-nos com a sua magia. Talvez venha amanhã outra vez, ou no outro dia ...
O sol de Outono é como a nossa vida, é como o amor, é como o sal... vem e vai, mas o seu efeito fica para sempre. deixemo-nos aquecer por este sol de Outono e não fiquemos tristes quando ele parte, o melhor é guardarmos a sensação de calor na pele e virarmo-nos para o frio sorrindo por mais uma dádiva, mais um dia, mais um milagre.
O dia é tudo, o resto não existe. O Outono da vida é uma página do diário, em mais um momento da nossa eternidade :)
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Nascer
Quando começamos a caminhada, a inocência, a fragilidade e a precaridade do nosso ser é linda e mágica e abençoada. Somos uma maquete, viemos a este mundo desorientadamente e sem sabermos o que nos espera... Nos primeiros anos somos uma esponja que absorve e regista e alarga, até mais não poder; simplesmente porque ainda não sabemos deitar fora o que não interessa.
Tudo o que os outros fazem é registado por nós como se fosse sempre o correcto e o modelo a seguir e a esponja que alarga, nunca mais esquece. Não esquece as coisas boas e não esquece as coisas más. Menos mal, tudo é importante e provoca crescimento interior. Mais tarde, quando começamos a conseguir distinguir e a formar opiniões, reagimos e aí encontramos o primeiro obstáculo, ou somos estimulados a pensar e a agir e a reagir, ou somos estimulados a obedecer, não questionar e aceitar.
Esta fase determina muita coisa, esta fase é decisiva e consegue afectar toda a nossa vida. Esta fase fica para sempre. A obediência, somada ao exemplo determina a nossa atitude e vai fazendo com que tenhamos sempre a postura que observámos e que aprendemos a encarar como correcta.
Chega uma outra, a idade em que é preciso voar, saltar, abrir as asas. O casulo pode ser acolhedor e aprisionante, pode ser nostálgico e alegre, pode ser várias coisas e várias emoções...e saímos....
O desafio coloca-se, agir ou reagir, fazer como vimos fazer ou mudar radicalmente. Tudo se mistura e se funde numa bebida mágica; tudo se combina. O passado? Fica e não se questiona, existe e não se deve equacionar. É muito, muito difícil viver a olhar para trás, o passado já não existe. Vive-se o presente e espera-se o futuro.
Os olhos são diferentes, as vivências também. O olhar da criança está dentro do olhar do adulto e permanece aninhado no interior e enroscado sobre si mesmo. A criança reage, mas o adulto age; a criança sente, o adulto acarinha; a criança guarda, o adulto expõe.
Viver? É uma arte, das mais difíceis e severas...Das mais belas e apaixonantes. Palavras chave: paz, tranquilidade, amor, amizade, coragem, alegria.
Tudo o que os outros fazem é registado por nós como se fosse sempre o correcto e o modelo a seguir e a esponja que alarga, nunca mais esquece. Não esquece as coisas boas e não esquece as coisas más. Menos mal, tudo é importante e provoca crescimento interior. Mais tarde, quando começamos a conseguir distinguir e a formar opiniões, reagimos e aí encontramos o primeiro obstáculo, ou somos estimulados a pensar e a agir e a reagir, ou somos estimulados a obedecer, não questionar e aceitar.
Esta fase determina muita coisa, esta fase é decisiva e consegue afectar toda a nossa vida. Esta fase fica para sempre. A obediência, somada ao exemplo determina a nossa atitude e vai fazendo com que tenhamos sempre a postura que observámos e que aprendemos a encarar como correcta.
Chega uma outra, a idade em que é preciso voar, saltar, abrir as asas. O casulo pode ser acolhedor e aprisionante, pode ser nostálgico e alegre, pode ser várias coisas e várias emoções...e saímos....
O desafio coloca-se, agir ou reagir, fazer como vimos fazer ou mudar radicalmente. Tudo se mistura e se funde numa bebida mágica; tudo se combina. O passado? Fica e não se questiona, existe e não se deve equacionar. É muito, muito difícil viver a olhar para trás, o passado já não existe. Vive-se o presente e espera-se o futuro.
Os olhos são diferentes, as vivências também. O olhar da criança está dentro do olhar do adulto e permanece aninhado no interior e enroscado sobre si mesmo. A criança reage, mas o adulto age; a criança sente, o adulto acarinha; a criança guarda, o adulto expõe.
Viver? É uma arte, das mais difíceis e severas...Das mais belas e apaixonantes. Palavras chave: paz, tranquilidade, amor, amizade, coragem, alegria.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Tempo, quanto tempo o tempo tem?
Como passsa... Foge, dissipa-se, escapa... é denso e cerrado, ou vago e instantâneo... é igual, é único e bastante fantástico. Mostra muita coisa, deixa-nos nostalgias, recordações e ânsias, desejos.Não quero que volte para trás, nada para trás, nem um instante. Amo o momento, o agora, vivo aqui e decido à medida que ele vai passando. Como a brisa, como a maré, como a onda que enrola e morre na areia; assim é o meu tempo; assim sou eu; assim me revejo.
O passado faz-me rir,pensar, avaliar, perceber, abraçar e aceitar. O presente faz-me viver, correr, abrandar, mostrar, lutar, entender... O futuro faz-me ansiar, guardar, esperar, planear e amadurecer. Tempo de paz, tempo de amor, tempo amigo, tempo curandeiro, tempo real.
Amo o instante fugaz e a eternidade sentida;amo a liberdade; amo a vida.
"Amar é estar preso por vontade..." Livre amo, aprisionada definho.
O passado faz-me rir,pensar, avaliar, perceber, abraçar e aceitar. O presente faz-me viver, correr, abrandar, mostrar, lutar, entender... O futuro faz-me ansiar, guardar, esperar, planear e amadurecer. Tempo de paz, tempo de amor, tempo amigo, tempo curandeiro, tempo real.
Amo o instante fugaz e a eternidade sentida;amo a liberdade; amo a vida.
"Amar é estar preso por vontade..." Livre amo, aprisionada definho.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Cinzento
Um cansaço enorme, uma falta de ânimo, um desconforto. Um estar mal, estando bem, um prolongamento, um estar, um viver, um fazer e o remoínho e o vazio, e o nada... Grita, rodopia, desaparece, parte, evapora. A vida a correr e tu a andar, a vida a partir e tu a caminho, à espera de chegar. Destino... Agora... Presente... Futuro... Nada... Vazio...
Tu a sonhar e a viver e nada... Tu a organizar e a sentir e nada... Tu a curtir e a apreciar e nada... Sempre o nada, sempre o vazio. Mas tu cheia, repleta, sempre disposta a dar, sempre presente, sempre lá.
Marcar encontro com a vida? Ela lá, à espera...Branco? Preto? Não sei, pode ser cinzento...
Tu a sonhar e a viver e nada... Tu a organizar e a sentir e nada... Tu a curtir e a apreciar e nada... Sempre o nada, sempre o vazio. Mas tu cheia, repleta, sempre disposta a dar, sempre presente, sempre lá.
Marcar encontro com a vida? Ela lá, à espera...Branco? Preto? Não sei, pode ser cinzento...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Sinais
O universo comunica connosco todos os dias, de várias formas. Revela-nos como é que devemos seguir o nosso caminho e de que forma é que podemos melhorar. Por vezes também nos obriga a abrandar, nem sempre da melhor maneira...
No entanto, e mais importante do que tudo isto, é a forma como encaramos as coisas. lembro-me muitas vezes da história de quem colecciona as pedras no caminho para construir um castelo. Eu sou assim :) hei-de construir o meu castelo e ser feliz com todas as coisas boas e más que me acontecerem pelo caminho. É assim que devemos enfrentar a vida, de peito feito :) e é assim que eu acho que a vida espera que sejamos.
A maior armadura é o amor e esse cura tudo, porque é a fonte milagrosa da juventude e da felicidade. Amor por nós, amor pelos outros, amor pelas alegrias e pelas tristezas e sobretudo amor à aprendizagem e à serenidade.Quem ama espalha amor e o universo sente-a e recebe-a. Mas às vezes andamos distraídos e descentrados; às vezes abanam o nosso mundo e nós aleijamo-nos. Temos de nos levantar, tirar a poeira e apanhar a pedra. Alguma parte do nosso castelo vai precisar dela. De certeza! :)
No entanto, e mais importante do que tudo isto, é a forma como encaramos as coisas. lembro-me muitas vezes da história de quem colecciona as pedras no caminho para construir um castelo. Eu sou assim :) hei-de construir o meu castelo e ser feliz com todas as coisas boas e más que me acontecerem pelo caminho. É assim que devemos enfrentar a vida, de peito feito :) e é assim que eu acho que a vida espera que sejamos.
A maior armadura é o amor e esse cura tudo, porque é a fonte milagrosa da juventude e da felicidade. Amor por nós, amor pelos outros, amor pelas alegrias e pelas tristezas e sobretudo amor à aprendizagem e à serenidade.Quem ama espalha amor e o universo sente-a e recebe-a. Mas às vezes andamos distraídos e descentrados; às vezes abanam o nosso mundo e nós aleijamo-nos. Temos de nos levantar, tirar a poeira e apanhar a pedra. Alguma parte do nosso castelo vai precisar dela. De certeza! :)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Felicidade
Mundo corrido, mundo estranho, dias que se sucedem em menos de nada. Como é que reagimos? Como é que aguentamos? Vamos resistindo... Vida feliz, sentimentos de perpetua emoção e maravilha. Amigos, emoções, felicidade, plenitude. Corre a vida, mudam os tempos, sucedem-se as horas e nós a sentirmos que somos priveligiados e nós a sentirmos que a vida é maravilhosa.
Às vezes, no fundo de nós, num sítio onde nem sequer acreditávamos que podia surgir alguma coisa, aparece um medo, ténue e difuso, como uma gota de suor ou uma lágrima que cai e nos levanta o receio de alguma coisa acontecer e quebrar aquela vida que tanto amamos.
Esse medo vem disfarçado, quase não damos por ele. Chega difuso e mostra-se apenas em certos momentos pequenos e insignificantes. Depois arranja casa e muda-se com a bagagem que nos incomoda. Dá-nos um aperto no peito, uma certeza que cresce a avisar-nos que algo vai correr mal. Não é possível ser assim tão feliz...
Na sociedade, tudo à nossa volta nos conta histórias de pequenas tristezas, doenças, males, infelicidades, mortes, e o nosso receio vai sendo alimentado por tudo isso. Se todos à nossa volta são tristes e infelizes, eu também vou ser um dia. Não mereço ser tão priveligiado. Assim passam os nossos dias, a ouvir tristezas.
Era uma vez uma menina, ela conheceu um menino e foi feliz. Para sempre? Todos os dias. Para sempre? Cada vez mais. Para sempre? Quanto dura o sempre? um mês? Dois meses? 10 anos? Não sei. Então sim, para sempre, porque o que eu sinto dentro de mim é eternidade, é plenitude.
É possível ser feliz, é permitido, não paga imposto. Não é melhor passar esta mensagem? Podemos ser felizes. Temos o direito de ser felizes.
Era uma vez um menino, lindo, conheceu uma menina e foi feliz. Todos os dias é feliz, cada vez mais feliz ... E não faz mal, faz bem :)
Às vezes, no fundo de nós, num sítio onde nem sequer acreditávamos que podia surgir alguma coisa, aparece um medo, ténue e difuso, como uma gota de suor ou uma lágrima que cai e nos levanta o receio de alguma coisa acontecer e quebrar aquela vida que tanto amamos.
Esse medo vem disfarçado, quase não damos por ele. Chega difuso e mostra-se apenas em certos momentos pequenos e insignificantes. Depois arranja casa e muda-se com a bagagem que nos incomoda. Dá-nos um aperto no peito, uma certeza que cresce a avisar-nos que algo vai correr mal. Não é possível ser assim tão feliz...
Na sociedade, tudo à nossa volta nos conta histórias de pequenas tristezas, doenças, males, infelicidades, mortes, e o nosso receio vai sendo alimentado por tudo isso. Se todos à nossa volta são tristes e infelizes, eu também vou ser um dia. Não mereço ser tão priveligiado. Assim passam os nossos dias, a ouvir tristezas.
Era uma vez uma menina, ela conheceu um menino e foi feliz. Para sempre? Todos os dias. Para sempre? Cada vez mais. Para sempre? Quanto dura o sempre? um mês? Dois meses? 10 anos? Não sei. Então sim, para sempre, porque o que eu sinto dentro de mim é eternidade, é plenitude.
É possível ser feliz, é permitido, não paga imposto. Não é melhor passar esta mensagem? Podemos ser felizes. Temos o direito de ser felizes.
Era uma vez um menino, lindo, conheceu uma menina e foi feliz. Todos os dias é feliz, cada vez mais feliz ... E não faz mal, faz bem :)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Partilha...
Setembro, começo das noites mais longas, dos dias mais curtos; início do declínio do sol e da sua intensidade. Também nós ficamos com uma perspectiva mais translúcida do que nos rodeia, também esse sol faz luz na nossa vida de uma forma menos espalhafatosa e falsamente animada.
A felicidade é intensa e deve ser vivida de forma agradecida ; dimensionada de forma a caber em todo o seu esplendor na nossa vida. O centro do nosso mundo deve ser esse mesmo, o nosso interior, o nosso momento de paz e de alegria.
Quando amamos acabamos por introduzir um factor de felicidade que é externo a nós e que já não depende da nossa actuação. A partir desse momento, começamos a sentir o mundo de forma diferente e a nossa capacidade de auto satisfação muda, gira, e acaba por se situar ao redor e envolver mais do que um factor.
Tudo isso gera mais situações de felicidade, de partilha, de pertença. A partilha implica conhecimento e entrega, eternidade e intensidade. Somos um, sendo dois, somos mais fortes, mais firmes, menos sós...
A felicidade é intensa e deve ser vivida de forma agradecida ; dimensionada de forma a caber em todo o seu esplendor na nossa vida. O centro do nosso mundo deve ser esse mesmo, o nosso interior, o nosso momento de paz e de alegria.
Quando amamos acabamos por introduzir um factor de felicidade que é externo a nós e que já não depende da nossa actuação. A partir desse momento, começamos a sentir o mundo de forma diferente e a nossa capacidade de auto satisfação muda, gira, e acaba por se situar ao redor e envolver mais do que um factor.
Tudo isso gera mais situações de felicidade, de partilha, de pertença. A partilha implica conhecimento e entrega, eternidade e intensidade. Somos um, sendo dois, somos mais fortes, mais firmes, menos sós...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Tempo...
O tempo é longo, demorado e muito extenso, quando se espera por alguém ou por alguma coisa. É curto e demasiado rápido, quando se aprecia o momento; suave e fugaz quando se está feliz; triste e arrastado quando se está triste. Ocupamos o tempo, damo-lo e vendemo-lo como se o pudessemos recuperar. No entanto, se há alguma coisa que não temos, essa é o tempo. Queremos uma vida longa e feliz, ao lado daqueles que mais amamos. Apesar disso, passamos mais tempo a fazer o que temos de fazer, do que a fazer o que realmente gostamos e desejamos.
O banco de tempo guarda memórias sem preço; guarda as boas e as más, mas todas são irrepetíveis, como o momento que agora passa em que teclo estas palavras e as vejo projectar-se diante de mim. O vazio, o inexorável, é termos de assistir ao desfile dos minutos e segundos que preenchem as nossas horas e nos fazem passar... o tempo...
As férias tornam-se o refúgio do tempo que é todo nosso, todo cheio, todo preenchido... As férias são o tempo e o tempo são as férias. Programadas ou não, escondem-se naquele canto da nossa alma que tem planos e convites de mil coisas para fazer. Enquanto não chegam, tardam, quando estão cá voam. Assim se passa o tempo, assim se passa a vida.
O tempo é nosso, o tempo é agora, o tempo é já. Vamos aproveitá-lo e vamos amá-lo como elemento precioso e irrepetível, maravilhoso reduto de vida...
O banco de tempo guarda memórias sem preço; guarda as boas e as más, mas todas são irrepetíveis, como o momento que agora passa em que teclo estas palavras e as vejo projectar-se diante de mim. O vazio, o inexorável, é termos de assistir ao desfile dos minutos e segundos que preenchem as nossas horas e nos fazem passar... o tempo...
As férias tornam-se o refúgio do tempo que é todo nosso, todo cheio, todo preenchido... As férias são o tempo e o tempo são as férias. Programadas ou não, escondem-se naquele canto da nossa alma que tem planos e convites de mil coisas para fazer. Enquanto não chegam, tardam, quando estão cá voam. Assim se passa o tempo, assim se passa a vida.
O tempo é nosso, o tempo é agora, o tempo é já. Vamos aproveitá-lo e vamos amá-lo como elemento precioso e irrepetível, maravilhoso reduto de vida...
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
pensamentos felizes :)
"...Cada ser humano vive o seu próprio desejo; faz parte do seu tesouro, e, embora seja uma emoção que pode afastar alguns, geralmente traz quem é importante para perto..." Paulo Coelho in "Onze Minutos".
De facto, quando vivemos os nossos desejos, essa liberdade torna-nos corajosos, únicos e verdadeiramente empenhados com aquilo que faz realmente sentido: ser feliz. Quem procura a sua própria felicidade, estende-a aos outros e contagia quem o rodeia. É a luz que emanamos quando estamos felizes que é o mais poderoso iman de todos os tempos. Atrai todos os que vibram na mesma dimensão, no mesmo plano e entendimento. :)
De facto, quando vivemos os nossos desejos, essa liberdade torna-nos corajosos, únicos e verdadeiramente empenhados com aquilo que faz realmente sentido: ser feliz. Quem procura a sua própria felicidade, estende-a aos outros e contagia quem o rodeia. É a luz que emanamos quando estamos felizes que é o mais poderoso iman de todos os tempos. Atrai todos os que vibram na mesma dimensão, no mesmo plano e entendimento. :)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A rodopiar ...
Não consigo começar de outra maneira senão com um: "Estou tão feliz!!!!!".
Há coisas que passamos a nossa vida toda à espera que aconteçam e não conseguimos nunca atinar com a formula mágica de como podem acontecer. Se forem como eu, ensaiam as imagens até à exaustão num turbilhão de emoções e vão esperando até que a vida proporcione o tão esperado momento. Sonhei com borboletas na barriga, com arrepios na pele, com emoções incontidas e momentos de magia, mas nada do que sonhei equivale ao que senti...
Às vezes a realidade suplanta a imaginação e isso acontece em raros momentos, quando o universo junta dois corpos e duas almas que se completam de forma inequívoca e que se encontram num momento, fundindo-se para a eternidade. Hoje posso dizer que isso me aconteceu, que a realidade ultrapassou a ficção e que a minha alma transborda de tanta felicidade. A celebração do amor é algo tão precioso que nada pode igualar ou embaciar o seu significado.
Foi numa noite assim, com o testemunho do mar, das estrelas e com o toque da areia; numa celebração gigantesca em que o nosso coração cresceu e abraçou os nossos corpos deitados e entregues às estrelas, que eu dediquei todo o meu amor a uma eternidade feliz...É com emoção e a transbordar de amor que eu encaro a minha vida, já não uma mas duas, no limiar da minha existência e para sempre...
Amo-te até ao infinito e vir, amo-te para sempre, amo-te, não até que a morte nos separe, mas até que sejamos assim, duas estrelas a brilhar, lado a lado, para sempre e sempre e sempre...
Há coisas que passamos a nossa vida toda à espera que aconteçam e não conseguimos nunca atinar com a formula mágica de como podem acontecer. Se forem como eu, ensaiam as imagens até à exaustão num turbilhão de emoções e vão esperando até que a vida proporcione o tão esperado momento. Sonhei com borboletas na barriga, com arrepios na pele, com emoções incontidas e momentos de magia, mas nada do que sonhei equivale ao que senti...
Às vezes a realidade suplanta a imaginação e isso acontece em raros momentos, quando o universo junta dois corpos e duas almas que se completam de forma inequívoca e que se encontram num momento, fundindo-se para a eternidade. Hoje posso dizer que isso me aconteceu, que a realidade ultrapassou a ficção e que a minha alma transborda de tanta felicidade. A celebração do amor é algo tão precioso que nada pode igualar ou embaciar o seu significado.
Foi numa noite assim, com o testemunho do mar, das estrelas e com o toque da areia; numa celebração gigantesca em que o nosso coração cresceu e abraçou os nossos corpos deitados e entregues às estrelas, que eu dediquei todo o meu amor a uma eternidade feliz...É com emoção e a transbordar de amor que eu encaro a minha vida, já não uma mas duas, no limiar da minha existência e para sempre...
Amo-te até ao infinito e vir, amo-te para sempre, amo-te, não até que a morte nos separe, mas até que sejamos assim, duas estrelas a brilhar, lado a lado, para sempre e sempre e sempre...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Viagem ao interior
Cada minuto que passa é mais uma eternidade no conjunto da nossa vida e é menos um que vivemos e gozamos no cimo deste planeta. A cada minuto que passa morremos um bocadinho e vivemos algo mais. Nesta trajectória, ao mesmo tempo tão curta e tão demorada, nós vamos encontrando algumas oportunidades de viajar ao interior de nós mesmos e avaliar os resultados das nossas acções. A direcção é assumida por nós como um caminho difícil e sinuoso, mas cheio de possibilidades que nos permitem encontrar, de quando em vez, pessoas nobres e valiosas.
O silêncio é difícil, quando o grito se impõe. Mas, mais importante do que condenar o grito é analisar porque é que ele acontece. Muitas vezes o maior grito dá-se, não para os outros, mas para nós próprios, para ecoar dentro de nós. Há algo que nos atrofia, que nos derrota que nos atordoa... No entanto,nós fazemos o mesmo que faríamos àquela pêra que começa por ter só um cantinho tocado; bastaria cortá-lo e comê-la, pois assim ainda seria boa e não contaminaria as outras. Mas.... agora não posso, não tenho tempo... amanhã.... e amanhã já não é só um bocadinho, é metade e nós a olhar para a pêra... e o tempo a não deixar... e depois já não é só uma pêra, são três peras e uma maçã... e o tempo e a inércia e a preguiça e em breve a fruteira está toda contaminada e já nada podemos aproveitar. Bastava ter cortado o cantinho da pêra e tê-la comido. Ainda seria boa e não teria contaminado as outras...
O interior tem piores estradas e é menos acessível, tem paisagens lindas, mas não tem o bulício, o movimento, o apelo do litoral... Também assim é o interior de cada um de nós; às vezes os acessos são tão maus que se torna difícil lá chegar, mesmo para quem conhece todos os recantos, como é o nosso caso. Por isso, vamos deixando para trás essa viagem e vamos lentamente concentrando-nos no que é litoral, apelativo e aparente em nós, em vez de irmos atrás do que é essencial e realmente importante.
boas viagens...:)
O silêncio é difícil, quando o grito se impõe. Mas, mais importante do que condenar o grito é analisar porque é que ele acontece. Muitas vezes o maior grito dá-se, não para os outros, mas para nós próprios, para ecoar dentro de nós. Há algo que nos atrofia, que nos derrota que nos atordoa... No entanto,nós fazemos o mesmo que faríamos àquela pêra que começa por ter só um cantinho tocado; bastaria cortá-lo e comê-la, pois assim ainda seria boa e não contaminaria as outras. Mas.... agora não posso, não tenho tempo... amanhã.... e amanhã já não é só um bocadinho, é metade e nós a olhar para a pêra... e o tempo a não deixar... e depois já não é só uma pêra, são três peras e uma maçã... e o tempo e a inércia e a preguiça e em breve a fruteira está toda contaminada e já nada podemos aproveitar. Bastava ter cortado o cantinho da pêra e tê-la comido. Ainda seria boa e não teria contaminado as outras...
O interior tem piores estradas e é menos acessível, tem paisagens lindas, mas não tem o bulício, o movimento, o apelo do litoral... Também assim é o interior de cada um de nós; às vezes os acessos são tão maus que se torna difícil lá chegar, mesmo para quem conhece todos os recantos, como é o nosso caso. Por isso, vamos deixando para trás essa viagem e vamos lentamente concentrando-nos no que é litoral, apelativo e aparente em nós, em vez de irmos atrás do que é essencial e realmente importante.
boas viagens...:)
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O poder das palavras
As palavras fazem parte integrante da nossa vida, do nosso mundo, de tudo o que nos rodeia. Usamo-las a torto, a direito, por tudo e por nada; usamo-las e deitamos fora a todo o momento, como se elas não tivessem valor. Hoje em dia as palavras são mais duras, mais ríspidas e muito menos doces que noutras eras. Toda a gente se insulta, se insurge e se maltrata sem ligar àquilo que diz, porque vivemos na era em que: "parvalhona", "cabra" e "estúpida", entre outras que nem menciono, são palavras trocadas entre amigos como elogios e sinais de carinho. Por outro lado, se alguém usa: "querida", "linda" ou qualquer palavra terminada em -inha, é olhada de lado e julgada como sendo estranha.
As palavras deixam marcas profundas em quem as ouve e magoam e pisam quem não as compreende. As palavras são como as bolas de papel arremessadas ao ar, que atingem quem menos se espera, mesmo que o seu destino tivesse sido programado e ensaiado durante horas a fio. As bolas de papel e as palavras, caem no chão e ficam ali, inertes e imóveis sem que nada possamos fazer para as ocultar ou alterar o seu percurso. É preciso levantarmo-nos, atravessar a sala e assumir que errámos o alvo, pedindo desculpa a quem atingimos com a nossa rajada...
As palavras também são doces e positivas como o afago sincero que fazemos num cão que nos olha carente, como o olhar terno que lançamos a alguém que nos parece triste. As palavras marcam e mudam a nossa vida e permanecem para sempre...
Eu digo não às palavras vãs, às palavras brutas e às palavras más... Eu acredito na pureza e na doçura, na alegria e na bondade das palavras com responsabilidade e com objectivo. Eu acredito em espalhar o bom e esconder o mau, em não magoar, em não ferir, em não provocar...
Mas isto sou só eu...
As palavras deixam marcas profundas em quem as ouve e magoam e pisam quem não as compreende. As palavras são como as bolas de papel arremessadas ao ar, que atingem quem menos se espera, mesmo que o seu destino tivesse sido programado e ensaiado durante horas a fio. As bolas de papel e as palavras, caem no chão e ficam ali, inertes e imóveis sem que nada possamos fazer para as ocultar ou alterar o seu percurso. É preciso levantarmo-nos, atravessar a sala e assumir que errámos o alvo, pedindo desculpa a quem atingimos com a nossa rajada...
As palavras também são doces e positivas como o afago sincero que fazemos num cão que nos olha carente, como o olhar terno que lançamos a alguém que nos parece triste. As palavras marcam e mudam a nossa vida e permanecem para sempre...
Eu digo não às palavras vãs, às palavras brutas e às palavras más... Eu acredito na pureza e na doçura, na alegria e na bondade das palavras com responsabilidade e com objectivo. Eu acredito em espalhar o bom e esconder o mau, em não magoar, em não ferir, em não provocar...
Mas isto sou só eu...
sábado, 26 de junho de 2010
Verão
SOl, mar, salgado na pele e felicidades no ar. Esta é a época em que todos gostamos de acreditar que vai acontecer algo fantástico. Acotovelamo-nos ansiosos para conseguir apreciar o futuro e mexemos na nossa vida em busca de verões memoráveis, de histórias memoráveis que queremos, este ano, suplantar. É também tempo de reflexão em relação ao que temos, ao que somos e ao que sentimos, porque queremos sempre mais. Há uma revolução em curso que nos leva a ser exigentes e mais ambiciosos, porque é Verão e no Verão podemos tudo, estamos: on top of the world....
Olhar a vida é sempre difícil, principalmente quando o fazemos olhos nos olhos, ombro a ombro, frente a frente. Inevitavelmente, e salvo raras excepções, o que somos não está de acordo com o que queriamos ser e aquilo que queriamos ser muitas vezes já não tem nada a ver com o que agora desejamos. Ser como o vento que passa, ou como o rio que flui, sem deixar marcas, ou rastos que nos possam envergonhar ou comprometer.
O Verão chegou, grande, absoluto e imenso, pronto para nos deixar, mais uma vez, de costas viradas para a tristeza e de olhos postos nas nuvens e no horizonte infinito do mar....
Olhar a vida é sempre difícil, principalmente quando o fazemos olhos nos olhos, ombro a ombro, frente a frente. Inevitavelmente, e salvo raras excepções, o que somos não está de acordo com o que queriamos ser e aquilo que queriamos ser muitas vezes já não tem nada a ver com o que agora desejamos. Ser como o vento que passa, ou como o rio que flui, sem deixar marcas, ou rastos que nos possam envergonhar ou comprometer.
O Verão chegou, grande, absoluto e imenso, pronto para nos deixar, mais uma vez, de costas viradas para a tristeza e de olhos postos nas nuvens e no horizonte infinito do mar....
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Nada
Que remoínho que me consome por dentro e leva tudo atrás...Que falta de paz que me arruina e me transtorna...que medo, que pavor, que frio. Gelo por dentro, mas o olhar permanece assim, vazio de nada. Sinto o coração tremer e a vontade fraquejar. Eminente sinto um perigo que me arrasa e me derruba e de repente sinto um líquido gelado a seguir-me nas veias...Não sei, não sinto, não quero, não acredito, não posso, não acordo, não permito, não tenho e nunca vou ter?? Onde estou?
sexta-feira, 28 de maio de 2010
sou eu...
Quem sou?? Sou a flor do campo que oscila com o vento e se desmorona sempre que vem uma rajada mais forte; sou a sombra da árvore que sustenta as décadas sem vergar; sou a espuma das ondas que se desfaz na areia e abraça o mar...
Procuro quem sou em cada gesto, em cada palavra, em cada olhar...procuro-me e não me encontro. Sinto-me como a folha que se eleva do chão e logo mergulha outra vez, sem forças para prosseguir. Quero melhorar, renascer, encontrar a paz que perco de vez em quando e que sempre me caracterizou. Procuro-me para me sentir, sinto-me para não cair...
Olho em volta e descubro aspectos que gostaria de mudar, percebo no reflexo que tenho muito a evoluir, não consigo parar de me reencontrar; é uma tentativa desesperada de progredir e de descobrir. Não quero sentir, quero analisar; não quero ouvir, quero falar; não quero cerrar, quero abrir, de par em par...
Procuro quem sou em cada gesto, em cada palavra, em cada olhar...procuro-me e não me encontro. Sinto-me como a folha que se eleva do chão e logo mergulha outra vez, sem forças para prosseguir. Quero melhorar, renascer, encontrar a paz que perco de vez em quando e que sempre me caracterizou. Procuro-me para me sentir, sinto-me para não cair...
Olho em volta e descubro aspectos que gostaria de mudar, percebo no reflexo que tenho muito a evoluir, não consigo parar de me reencontrar; é uma tentativa desesperada de progredir e de descobrir. Não quero sentir, quero analisar; não quero ouvir, quero falar; não quero cerrar, quero abrir, de par em par...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Sonhos...
Gosto muito de pensar em coisas boas e de fugir das más, acho mesmo que essa é uma característica minha que me retrata e me define. Desde pequena que tenho o maior dos meios de transporte: a minha imaginação. Por mais hilariante e absurdo que isto possa parecer, o que é facto é que tem a sua lógica e acaba por fazer todo o sentido. Quando tenho tempo livre, ou sempre que a minha vida está num momento de viragem, eu recorro à minha imaginação e solto-a até ao infinito. Depois, deixo-me guiar por ela e fujo daqui. O que me prende à terra são as pessoas e os sentimentos, mas a minha imaginação, quando se solta, domina-me e faz-me ver a realidade com outro colorido, com outra emoção... desde sempre me lembro de ser aquela criança que viaja no carro dos pais com a cabeça colada ao vidro e o sonho preso na cabeça; lembro-me perfeitamente de andar com a cabeça a olhar para o cèu em cada véspera de Natal; porque acreditava no pai Natal? Não, porque queria pensar que era possível acreditar...
No meu mundo existem elfas, fadas, sereias, principes, castelos e amores eternos; no meu mundo existem histórias lindas e pessoas amigas e felizes. Eu, no meu mundo, sou assim: feliz, alegre e tudo é perfeito, porque tudo vem da minha imaginação. Sempre que se avizinha um acontecimento importante, ou que eu quero muito que algo aconteça, eu sento-me a imaginar como eu gostaria que fosse, para poder saborear antes de acontecer.
Eu contrato os pensamentos que ocupam as minhas horas vagas. Peço currículo, intenções e tento perceber na entrevista, quais as suas potencialidades. Na triagem inicial e no anúncio, aviso logo que só há lugar para pensamentos felizes, divertidos e bem humorados e daí elimino logo bastantes.. Depois é só povoar-me de coisas boas e esperar que façam efeito :) Eu vivo com os meus sonhos... e tu?
No meu mundo existem elfas, fadas, sereias, principes, castelos e amores eternos; no meu mundo existem histórias lindas e pessoas amigas e felizes. Eu, no meu mundo, sou assim: feliz, alegre e tudo é perfeito, porque tudo vem da minha imaginação. Sempre que se avizinha um acontecimento importante, ou que eu quero muito que algo aconteça, eu sento-me a imaginar como eu gostaria que fosse, para poder saborear antes de acontecer.
Eu contrato os pensamentos que ocupam as minhas horas vagas. Peço currículo, intenções e tento perceber na entrevista, quais as suas potencialidades. Na triagem inicial e no anúncio, aviso logo que só há lugar para pensamentos felizes, divertidos e bem humorados e daí elimino logo bastantes.. Depois é só povoar-me de coisas boas e esperar que façam efeito :) Eu vivo com os meus sonhos... e tu?
sexta-feira, 14 de maio de 2010
gofres com gelado...
E quando começamos a pensar em tudo e mais alguma coisa e de repente, sem que nada o fizesse prever, estamos chateados? Nunca vos aconteceu fazer mau uso de um dos bens mais preciosos (o tempo) e darem por vocês a pensar em mil e uma coisas que vos faltam? Em quinhentas palavras que podiam ter dito e não disseram? Em seiscentas e trinta ocasiões que perderam para estar calados? Pois é, eu às vezes tenho desses momentos e tudo começa com um pensamento banal, daqueles do género, hoje não estou com muito boa cara, ou o almoço não estava nada de especial; ou então o típico: não me apetece nada ir trabalhar, quem me dera estar de férias e de repente, quase que tenho de parar para chorar com pena de mim... Que diabo!!! Eu que lido com tanta gente que não vai trabalhar porque está desempregada; que não se olha ao espelho porque há muito tempo que isso deixou de contar, que não pensa no sabor da comida porque não tem o que comer ou porque não pode apreciar.... Que vergonha!!
A verdade é que a grande maioria de nós é assim e acaba por teimar em queixar-se, quando a única atitude decente que tem de ter é agradecer; a verdade é que ninguém suspeita como é bom acordar e tomar um banho quente, quando há muita gente que passa a noite com a chuva a cair-lhe em cima. Tudo parece não contar para nada mas quando, no entanto, alguém fica doente, ou triste ou infeliz. Quando alguém que nós amamos não está, não sente a felicidade, nós perdemos o tapete e deixamos o que é superficial...
O teu bem estar é um conjunto de coincidências e de permanências, de eternidades e de momentos felizes. O teu bem estar passa a ser o bem estar do outro, a alegria do outro a felicidade do outro, o teu bem estar é o meu gofre com gelado...
A verdade é que a grande maioria de nós é assim e acaba por teimar em queixar-se, quando a única atitude decente que tem de ter é agradecer; a verdade é que ninguém suspeita como é bom acordar e tomar um banho quente, quando há muita gente que passa a noite com a chuva a cair-lhe em cima. Tudo parece não contar para nada mas quando, no entanto, alguém fica doente, ou triste ou infeliz. Quando alguém que nós amamos não está, não sente a felicidade, nós perdemos o tapete e deixamos o que é superficial...
O teu bem estar é um conjunto de coincidências e de permanências, de eternidades e de momentos felizes. O teu bem estar passa a ser o bem estar do outro, a alegria do outro a felicidade do outro, o teu bem estar é o meu gofre com gelado...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A sinfonia do vento
O vento sopra nervoso hoje, vai com muita pressa para lado nenhum; atropela-me no caminho e eu peço desculpa por estar ali, não sabia que o vento precisava de passar... O vento sopra nervoso hoje, vai de rompante e tira a ordem das coisas desordenadas, faz com que tudo se vire ao contrário e revele a verdade no que é programado... O vento quer passar, o vento quer perguntar quantas das nossas tralhas precisam de ser remexidas; quanto do nosso tempo passa sem que arrumemos as nossas memórias, aquelas coisas que estão no fundo da gaveta, já um pouco amarelecidas...
O vento sopra nervoso hoje... passa a correr pela rua e nem dá por mim, eu sigo a passo lento, como quem vai e não tem pressa, como quem tem todo o tempo do mundo. Há poucas coisas que me apressem, mas o vento... O vento mexe comigo, mexe em mim, remexe-me as entranhas. Quando há vento eu deixo que ele sopre dentro de mim e entrego-me à confusão do seu turbilhão; mexe nos meus cabelos, entra-me pelos ouvidos, abraça a minha boca e instala-se no meu coração. Quando aí chega é o caos, sentimentos para um lado, medos para o outro, certezas para baixo, dúvidas para cima e no meio a confiança de pernas para o ar com o nariz colado à hesitação.
O vento está tramado, ou estou com ele... O vento está ansioso por passar a mensagem, por chegar a todo o lado, digam a todos que o vento passou e deixem-no entrar que ele quer ajudar... O vento vai passar...
O vento sopra nervoso hoje... passa a correr pela rua e nem dá por mim, eu sigo a passo lento, como quem vai e não tem pressa, como quem tem todo o tempo do mundo. Há poucas coisas que me apressem, mas o vento... O vento mexe comigo, mexe em mim, remexe-me as entranhas. Quando há vento eu deixo que ele sopre dentro de mim e entrego-me à confusão do seu turbilhão; mexe nos meus cabelos, entra-me pelos ouvidos, abraça a minha boca e instala-se no meu coração. Quando aí chega é o caos, sentimentos para um lado, medos para o outro, certezas para baixo, dúvidas para cima e no meio a confiança de pernas para o ar com o nariz colado à hesitação.
O vento está tramado, ou estou com ele... O vento está ansioso por passar a mensagem, por chegar a todo o lado, digam a todos que o vento passou e deixem-no entrar que ele quer ajudar... O vento vai passar...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O meu mundo
O meu mundo é grande, enorme, porque tem muita intensidade... Mas é pequeno e apertado porque está preso junto ao peito. O meu mundo são tantas coisas, o meu mundo são tantas pessoas, o meu mundo és tu e tu. Vocês os dois são o meu mundo e são o mais importante... Depois a família, os amigos e os momentos e os meus animais... algumas aulas, alguns formandos, algumas gargalhadas contagiantes, uma e outra lágrima pouco contida e carregada de tudo. O meu mundo é tudo o que eu sou e todos os que são comigo, mas o meu mundo és tu; tu e tu vocês os dois. O meu mundo são vocês e a lua e o sol e a chuva e o mar e a areia e tudo...
As borboletas são como eu sou, fechada no meu casulo onde a minha luz; as minhas luzes, me dão força, e amor e tudo...Quando lá estão são pequenas, frágeis e despidas, completamente genuinas, completamente elas. Depois, quando saem do casulo emergem fortes, ambiciosas e prontas para dar polinizando outras flores e plantando a sua alegria. Por isso eu amo as borboletas, as fadas, os elfos e as asas que me permitem voar para dentro e para fora do meu ninho e viajar pelas outras dimensões espalhando... espalhando-me... mas voltando sempre para casa, para o meu mundo....
Porque o meu mundo és tu; tu e tu...
As borboletas são como eu sou, fechada no meu casulo onde a minha luz; as minhas luzes, me dão força, e amor e tudo...Quando lá estão são pequenas, frágeis e despidas, completamente genuinas, completamente elas. Depois, quando saem do casulo emergem fortes, ambiciosas e prontas para dar polinizando outras flores e plantando a sua alegria. Por isso eu amo as borboletas, as fadas, os elfos e as asas que me permitem voar para dentro e para fora do meu ninho e viajar pelas outras dimensões espalhando... espalhando-me... mas voltando sempre para casa, para o meu mundo....
Porque o meu mundo és tu; tu e tu...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ringue de ...
Muitas vezes questionamo-nos sobre os acontecimentos da nossa vida e ponderamos o seu peso na nossa existência. Durante algum tempo amuamos com a nossa sorte e fazemos contas de subtrair à nossa vida. Nada parece bater certo e as coisas aparecem no nosso caminho, como se fossem encomendadas para nos arreliar. Mas afinal, qual o peso de tudo isto? Que sentido encontramos nas coisas? Como lidar com a vida?? As interrogações sucedem-se como pingos de chuva que turvam a nossa visão e escurecem os nossos momentos. É evidente que existem coisas sagradas, das quais não desdenhamos o valor. A maior de todas é sem dúvida a saude, nossa e daqueles que nos rodeiam. Conseguimos relativizar tudo se pensarmos nisso, mas às vezes não conseguimos dimensionar a nossa vida pela sorte e acabamos por sentir o azar!
Tudo o que nos acontece é atraído por nós, dizem alguns. Na realidade, quantas vezes pensamos que somos sortudos, quantas vezes verbalizamos que de tão felizes, até temos medo que aconteça alguma coisa... como é que isso nos toca?
Hoje é o dia das perguntas, hoje é o dia das dúvidas.
Da discussão nasce a luz, do discernimento nasce a ideia, do sentimento cresce a certeza. As grandes verdades da nossa vida não se explicam, sentem-se. Esta é uma certeza que me acompanha e que me faz acreditar que o que eu sinto é o mais importante. Não importa o que digam, não é grande o que pensam, mas o que sentem afecta-me profundamente.
Todos aprendemos a esconder os nossos sentimentos e a preservá-los a todo o custo. Aprendemos que não devemos dar de peito aberto e que devemos permanecer resguardados, quase na posição de combate de quem está num ringue de pugilismo à espera do próximo golpe. Que loucura!! Nós de facto vemos a vida como um combate e não como uma festa, como um ringue de patinagem; olhamos o amanhã como uma sucessão de experiências e não como uma eternidade de acontecimentos. Afinal, onde estamos? Como sentimos? Onde está a verdade??
Hoje é o dia, hoje é mais um dia, hoje é!!!
Tudo o que nos acontece é atraído por nós, dizem alguns. Na realidade, quantas vezes pensamos que somos sortudos, quantas vezes verbalizamos que de tão felizes, até temos medo que aconteça alguma coisa... como é que isso nos toca?
Hoje é o dia das perguntas, hoje é o dia das dúvidas.
Da discussão nasce a luz, do discernimento nasce a ideia, do sentimento cresce a certeza. As grandes verdades da nossa vida não se explicam, sentem-se. Esta é uma certeza que me acompanha e que me faz acreditar que o que eu sinto é o mais importante. Não importa o que digam, não é grande o que pensam, mas o que sentem afecta-me profundamente.
Todos aprendemos a esconder os nossos sentimentos e a preservá-los a todo o custo. Aprendemos que não devemos dar de peito aberto e que devemos permanecer resguardados, quase na posição de combate de quem está num ringue de pugilismo à espera do próximo golpe. Que loucura!! Nós de facto vemos a vida como um combate e não como uma festa, como um ringue de patinagem; olhamos o amanhã como uma sucessão de experiências e não como uma eternidade de acontecimentos. Afinal, onde estamos? Como sentimos? Onde está a verdade??
Hoje é o dia, hoje é mais um dia, hoje é!!!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sabor a mar
Cheira a felicidade, sabe a mar... Cada vez que penso nas férias é assim que as sinto e é desta forma que as recordo. Hoje acordei com desejo de férias, com desejo de Verão, com falta do sol a beijar a minha pele e a abraçar-me com o seu calor, morninho e cálido. lembrei-me do afago do mar e da doçura do sal na minha pele. A toalha estendida sobre a areia e a pele pintada de chocolate, com um rasto de branco deixado pelo mar. Invariavelmente levo um livro para a praia e estendo-me sempre com os óculos e o livro por companhia. Sinto-me tranquila e em plena serenidade, agradecida por tudo... É assim que me sinto hoje também: agradecida por tudo, cheia de confiança e leve, feliz...
A percepção e a confiança oscilam entre a felicidade e a plenitude e eu, perto de ti, sinto-me completa :)
A percepção e a confiança oscilam entre a felicidade e a plenitude e eu, perto de ti, sinto-me completa :)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
De ouro
O valor da vida e a fragilidade das pessoas é um assunto que não gostamos de abordar, nem de pensar. No entanto, existem situações que nos põem à prova e nos deixam com as palpitações no máximo e com a sensação de que podemos desaparecer a qualquer momento. Um susto, um valente susto aproxima-nos do valor da vida e agarra-nos ao que é mais sagrado e precioso: a amizade e o amor.
Muitas vezes questionamo-nos sobre coisas corriqueiras que nos acontecem e sobre a importância que podemos ou devemos dar-lhes; muitas vezes pensamos demasiado em coisas superficiais e sem sentido. Tudo isso é um conjunto de coisas que faz parte da nossa vida e que não conseguimos evitar e NÃO FAZ MAL :) isso é viver.
Devíamos ser mais brandos connosco mesmos, rir mais, chorar mais(tendo emoções plenas e verdadeiras) conviver mais, dar longos passeios ao fim da tarde :) e aproveitar a vida de forma completa e plena. O amor deve ser vivido de forma abençoada e verdadeira. A entrega deve ser plena e total.
Os amigos são o apoio nos momentos tristes e assustadores, são aqueles que nos confortam e nos apoiam e que estão lá, no matter what...
A família é o suporte, é o aconchego e o porto seguro que nos inunda de bem estar...
A alma gémea é o pilar da nossa existência, é a nossa vida, é a nossa companhia para a eternidade...
É tão bom estar...ser...
Muitas vezes questionamo-nos sobre coisas corriqueiras que nos acontecem e sobre a importância que podemos ou devemos dar-lhes; muitas vezes pensamos demasiado em coisas superficiais e sem sentido. Tudo isso é um conjunto de coisas que faz parte da nossa vida e que não conseguimos evitar e NÃO FAZ MAL :) isso é viver.
Devíamos ser mais brandos connosco mesmos, rir mais, chorar mais(tendo emoções plenas e verdadeiras) conviver mais, dar longos passeios ao fim da tarde :) e aproveitar a vida de forma completa e plena. O amor deve ser vivido de forma abençoada e verdadeira. A entrega deve ser plena e total.
Os amigos são o apoio nos momentos tristes e assustadores, são aqueles que nos confortam e nos apoiam e que estão lá, no matter what...
A família é o suporte, é o aconchego e o porto seguro que nos inunda de bem estar...
A alma gémea é o pilar da nossa existência, é a nossa vida, é a nossa companhia para a eternidade...
É tão bom estar...ser...
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Somos...
O fim de tarde é uma hora mágica que nos permite equilibrar o cansaço que envolve o fim do dia e o entusiasmo e a magia da nova noite. É nessa hora que se cruzam os caminhantes que procuram o culminar do dia para se reencontrar...
Ao longo da marginal as histórias repetem-se e as pessoas cruzam-se no seu ritmo apressado; uns com o sorriso nos lábios a denunciar a esperança numa felicidade sentida; outros quebrados e pensativos com o peso do mundo sobre os ombros e a certeza que amanhã será melhor, só pode ser melhor...
Muitas vezes, no nosso dia a dia, conhecemos histórias ou estórias que longe de serem abensonhadas, nos lembram de como somos sortinhados e nos levam a apreciar tudo aquilo que nos rodeia...
A vida é frágil e forte, grandiosa, misteriosa e apaixonante... Quero bebê-la a grandes tragos e sentir que estou, que sou e que me sonho sempre...para sempre, porque nós somos para sempre aquilo que plantarmos nos outros, nós somos para sempre aquilo que fizermos e sobretudo nós somos para sempre aquilo que cultivarmos à nossa volta e eu só quero o genuíno, o riso, a gargalhada, a dor de barriga, a lágrima, a amizade, o amor...
Ao longo da marginal as histórias repetem-se e as pessoas cruzam-se no seu ritmo apressado; uns com o sorriso nos lábios a denunciar a esperança numa felicidade sentida; outros quebrados e pensativos com o peso do mundo sobre os ombros e a certeza que amanhã será melhor, só pode ser melhor...
Muitas vezes, no nosso dia a dia, conhecemos histórias ou estórias que longe de serem abensonhadas, nos lembram de como somos sortinhados e nos levam a apreciar tudo aquilo que nos rodeia...
A vida é frágil e forte, grandiosa, misteriosa e apaixonante... Quero bebê-la a grandes tragos e sentir que estou, que sou e que me sonho sempre...para sempre, porque nós somos para sempre aquilo que plantarmos nos outros, nós somos para sempre aquilo que fizermos e sobretudo nós somos para sempre aquilo que cultivarmos à nossa volta e eu só quero o genuíno, o riso, a gargalhada, a dor de barriga, a lágrima, a amizade, o amor...
terça-feira, 6 de abril de 2010
Raios de Sol
Ar de Primavera...Tons de sol... O beijo de calor na pele. Quando começam a aparecer os primeiros raios de sol colocamo-nos em posição de os receber, tal como as flores, tal como os cães que se estendem, a ressuscitar com o calor...
Nesta altura o céu espelha o desejo de descanso, sol e mar que invade a nossa alma e nos faz imaginar o paraíso das férias. Dá gosto trabalhar assim, com a certeza do sol ao fim da tarde e com o calor no coração...
Sombra de Verão, espírito de Inverno e cheiro de Primavera conjugam-se e concentram-se em nós...
Nesta altura o céu espelha o desejo de descanso, sol e mar que invade a nossa alma e nos faz imaginar o paraíso das férias. Dá gosto trabalhar assim, com a certeza do sol ao fim da tarde e com o calor no coração...
Sombra de Verão, espírito de Inverno e cheiro de Primavera conjugam-se e concentram-se em nós...
domingo, 4 de abril de 2010
Domingo...
Dias de agitação e pessoas na rua, junta-se o turbilhão de gente anónima que apanha sol e aproveita o dia de descanso...Cruzam-se vidas e existências profundas; tristes com um sorriso nos lábios, felizes, ainda que aparentemente indiferentes...
As emoções escondem-se e nunca se mostram, escondem-se bem fundo e dão lugar a expressões vazias e indecifráveis...A felicidade vê-se no olhar perdido e vago de uma emoção sem fim... Apura-se no beijo roubado com vontade e transforma-se no olhar terno e doce de quem, distraído, olha o horizonte e sorri. O mar encerra a liberdade que se procura e se encontra dentro de nós.
Raios de luz conseguem penetrar no coração? Conseguem perseguir o horizonte e encontrar quem tanto os busca??Ilusão, imensidão, conquista, quimera...
Boas festas...
As emoções escondem-se e nunca se mostram, escondem-se bem fundo e dão lugar a expressões vazias e indecifráveis...A felicidade vê-se no olhar perdido e vago de uma emoção sem fim... Apura-se no beijo roubado com vontade e transforma-se no olhar terno e doce de quem, distraído, olha o horizonte e sorri. O mar encerra a liberdade que se procura e se encontra dentro de nós.
Raios de luz conseguem penetrar no coração? Conseguem perseguir o horizonte e encontrar quem tanto os busca??Ilusão, imensidão, conquista, quimera...
Boas festas...
terça-feira, 30 de março de 2010
O casaco azul
Há dias em que nos dá vontade de esconder e aconchegar no seio de algo fofo e confortável e esquecer as obrigações. Procuramos um momento de tranquilidade e acabamos por mergulhar no amor. O dia lá fora está cinzento e teima em não esboçar, nem um sorriso... A chuva lembra-nos o sofrimento e acaba por nos entristecer e nós, pequenos e frágeis, acabamos por desejar o tal aconchego e o mimo de um colo bom. Não há nada como um abraço e um beijo, um aconchego e o conforto de nos sentirmos amados. Não há nada como o abraço do sol e o aconchego da areia nos dias de Verão; não há nada como um mergulho no mar que nos protege e nos inunda como um agasalho, como um casaco azul. Tenho saudades de mergulhar no casaco azul...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Eu e o meu mundo...
Cabes no meu mundo?? Esta é uma pergunta que nos fazemos sempre que conhecemos alguém. De alguma forma todos nos cruzamos diariamente com pessoas que poderiam pertencer ao nosso mundo, mas a vida faz-nos passar adiante e continuar. Existem depois vários mundos dentro do mundo e várias formas de o perspectivar.
No meu mundo imaginário eu sonho que sou a borboleta que viaja e mergulha nos mundos circulares que me rodeiam e percebe o que é real. Só quando sonhamos podemos perceber a realidade; como é que alguém distingue o que é real se não se separa de si, se não sonha, se não espera?
O meu mundo é cheio de imagens e significados, repleto de amor e amizade. O meu mundo é meu e não é de mais ninguém; é a minha voz e a minha paz, é o meu domínio. O meu mundo sou eu.
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