sexta-feira, 8 de julho de 2011

Como ser?

Como é que isto se faz? Como podemos ajudar? Como evoluímos? A vida é tão difícil e tão simples ao mesmo tempo. Somos todos iguais, almas delicadas em busca de amor, carinho. Para recebermos temos de dar, disso eu tenho a certeza absoluta. Dar significa mesmo dar e não emprestar ou trocar. Dar é dar. Quando damos o universo agradece e o nosso coração também. Não devemos sentir nada mau, nunca devemos alimentar podridão. O nosso coração é um templo de amor é a nossa casa. É no coração, na alma que ficam tatuadas as emoções. O problema é que ficam as boas e as más. Por isso mesmo temos de cultivar o bom e deitar fora o que é mau. Dizer não ao ódio, à discussão, ao preconceito, à maldade, à mágoa.

Eu acredito plenamente no ser humano e na sua capacidade e acho que todos temos oportunidade de reconhecer as nossas limitações, expor as nossas dúvidas e progredir. Todos somos limitados, mas simultaneamente tão grandes. Somos capazes de tudo e temos direito a ser felizes, mas mesmo, mesmo felizes. Felizes de verdade, de peito aberto e coração cheio. Felizes de amor, felizes de carinho, felizes de abraços e sorrisos e amor. Felizes, felizes.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Gritar...

Às vezes apetece gritar... gritar desalmadamente para deixar sair tudo o que está a tentar apodrecer dentro de nós. Gritar num descampado onde nos oiça alguém. Gritar de forma a ficar sem fôlego e sem forças e sem nada. Esvaziar, transformar, libertar. Realmente para este exercício não precisamos de ninguém, só de nós mesmos, da nossa solidão. A qualidade do nosso grito, a melodia do nosso respirar nem sempre são agradáveis. Paciência... nós temos de assumir tudo: o bom e o mau...

Eu acredito em mim, eu apoio-me, eu estou aqui

terça-feira, 5 de julho de 2011

Tudo...

A arte da coerência é difícil de praticar e obriga-nos a situações por vezes nada fáceis de gerir. Ser coerente significa agir S E M P R E  da mesma maneira, tendo os mesmos princípios por base das nossas acções. Ora, esta forma de agir vai muitas vezes contra o que a sociedade espera de nós e aquilo que lhe parece correcto. Mas o que é a sociedade? Como é que decidimos quem importa e fechamos o círculo?

No meu mundo cabe quem eu quero e entra quem eu deixo. Certo. Mas eu não vivo numa redoma e há muito quem espreite pelo vidro e fale sobre o vidro e ache que pode ter direito a pertencer ao mundo dentro do vidro. Porquê? Pelo valor da sociedade, pelos usos e costumes do que "parece bem". Mas há tanto que parece mal e não se vê... Nem precisa de se ver, até porque cada um responde pelos seus actos e é tão bom nós conseguirmos fazer marcha atrás e reconhecermos o que fazemos bem ou mal e termos capacidade de nos auto-avaliar...

Todos estamos sempre a aprender, todos estamos sempre a absorver e a digerir ou a expulsar. Todos temos sempre e a todo o momento, a escolha de seguir em frente ou mudar, todos podemos revolucionar a nossa vida num segundo e passarmos a ser coerentes, verdadeiros, responsáveis, autónomos e sinceros. Todos podemos tudo... É pena acharmos que não...