Às vezes apetece gritar... gritar desalmadamente para deixar sair tudo o que está a tentar apodrecer dentro de nós. Gritar num descampado onde nos oiça alguém. Gritar de forma a ficar sem fôlego e sem forças e sem nada. Esvaziar, transformar, libertar. Realmente para este exercício não precisamos de ninguém, só de nós mesmos, da nossa solidão. A qualidade do nosso grito, a melodia do nosso respirar nem sempre são agradáveis. Paciência... nós temos de assumir tudo: o bom e o mau...
Eu acredito em mim, eu apoio-me, eu estou aqui
É isso mesmo Sandra, gritar, deixar tudo sair... É o que dá vontade... O pior é se ninguém nos ouve, se não está na mesma sintonia, se deturpa absolutamente tudo o que dizemos, especialmente nas horas más. Naquelas horas que nunca deveriam existir...
ResponderEliminarÁs vezes, pelos vistos, tu e eu, sentimo-nos SÓS...