quinta-feira, 3 de maio de 2012

Limpa

Chuva que cai e tinta que sai em pingos grossos, deixando-te limpa e pura, como da primeira vez, como uma tela ávida de novas pinturas, novos fôlegos, novos projetos. Como um novo querer, uma nova chama que arde e te queima por dentro até tu arrancares e te deixares levar. Um cântico, um hino à vitória da mudança, da novidade, do fazer acontecer.
Limpa, como uma folha em branco pronta a ser escrita e revista, reinventada e reciclada, por ti, só por ti. Vida fresca, energia renovada, ar puro, vontade de respirar de novo, sonho...

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