Numa volta constante entre o que é importante e o que é acessório revela-se fundamental perceber o que é que realmente conta para nós. Vidas adiadas, sentimentos escondidos, esperanças vãs, isso conta? Gargalhadas soltas, telefonemas ocasionais, conversas de circunstância, contam?
É difícil fazer escolhas, tomar decisões importantes, optar. No entanto, todos os dias escolhemos voluntária ou involuntariamente. Quando não escolhemos, escolhem por nós e essa é a pior forma de viver, deixando a ação, cobardemente, na mão dos outros. Por exemplo, as palavras que usamos conferem e retiram-nos poder . Se prestarmos atenção às palavras que usamos vamos perceber se assumimos ou entregamos o poder e se escolhemos o nosso caminho ou se seguimos atrás de alguém.

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